Crítica ao praticismo revolucionário – Sergio Lessa

Sergio Lessa – Professor da Universidade Federal de Alagoas e membro das Editorias das revistas Praxis e Crítica Marxista.

Com o predomínio das tendências históricas contra-revolucionárias por décadas seguidas, num ambiente social fetichizado e marcado por crises e tragédias antes inimagináveis (não apenas as duas guerras mundiais, a guerra fria, etc., mas também a crise econômica endêmica que se arrasta desde os anos 1970) — a concepção de mundo (Weltanschauung) cotidianamente predominante absorveu um fatalismo e um misticismo que obstaculizam momentaneamente o impulso ao desvelamento do real que é imanente e essencial à subjetividade humana. A vida social, fetichizada pelo capital em grau extremo, terminou por particularizar uma forma específica, historicamente determinada, da relação típico-universal entre subjetividade e objetividade na práxis humana: nas atuais condições, a absorção do novo socialmente produzido é uma exigência prática para a reprodução do capital; porém, e ao mesmo tempo, é uma impossibilidade teórico-ideológica em se tratando de desvelar as novas potencialidades, objetivamente postas pelo desenvolvimento social, para a emancipação humana…

acesse  o texto na íntegra:

Deivison Nkosi

Professor e pesquisador. Integrante do Grupo KILOMBAGEM

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